Balanço Janeiro/Setembro 2018 da Patrulha Maria da Penha
Autor: Texto: Eleni Destro Fotos: Felipe Ferreira

A Patrulha Maria da Penha, serviço prestado pela Guarda Civil, divulgou balanço de janeiro a setembro de 2018. Nesse período, a equipe, que atua na proteção, prevenção, monitoramento e acompanhamento das mulheres vítimas de violência doméstica, recebeu 262 medidas protetivas expedidas pelo Fórum, realizou 6.057 rondas monitoradas a mulheres vítimas de violência e realizou 6 prisões em flagrante de agressores que descumpriram essas medidas. Desde abril de 2017, quando foi criada, foram 537 medidas protetivas, 11.977 rondas e 9 prisões.

De acordo com informações da Guarda Civil, a atuação da equipe também consiste em entrevistas com essas mulheres com a finalidade de encaminhá-las a serviços de apoio, como o Centro de Referência e Saúde da Mulher Vítima de Violência, a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e informando o Poder Judiciário no caso de o agressor descumprir a medida protetiva. Nesses locais, a vítima poderá contar com uma equipe multidisciplinar de profissionais de psicologia, assistência social e advocacia para oferecer suporte no sentido de auxiliá-la a sair do ciclo de violência em que está inserida.

“A Patrulha Maria da Penha tem desenvolvido um trabalho importante para coibir a violência contra a mulher e é mais uma das ferramentas de apoio do município, que já possui o Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência e Conselho Municipal da Mulher, entre outros, para garantir o seu direito”, reforça o prefeito Barjas Negri.
Segundo a comandante da Guarda Civil, Lucineide Maciel, desde a criação da Patrulha, as mulheres têm se sentido mais seguras para denunciar. “Neste período em que implantamos a Patrulha Maria da Penha na Guarda Civil de Piracicaba verificamos que a mulher se sente mais segura para denunciar o agressor, uma vez que poderá contar com a apoio não só da Patrulha, mas também de outros órgãos envolvidos nesta rede de atendimento à mulher vítima de violência”, ressalta.

A Prefeitura, por meio de chamamento público, agora tem também o Centro de Integração da Mulher (CIM) – Casa Abrigo Valquíria Rocha, do município de Sorocaba, que acolhe mulheres vítimas de violência. No total, foram contratadas 15 vagas para mulheres em situação de violência e seus dependentes até completarem 18 anos. No mês passado, uma mulher e dois dependentes foram acolhidos.

SERVIÇO – Denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas pelos seguintes canais: Guarda Civil (153), plantão 24 horas, Central de Atendimento à Mulher em situação de Violência (180) e Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), na rua Alferes José Caetano, 1.018, telefone 3433-5878.

Fonte: CCS

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